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	<title>Asaphoto</title>
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	<description>Eternizando seus momentos</description>
	<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 19:40:16 +0000</pubDate>
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		<title>Acessórios para Flash - Mako</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 15:56:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Asaphoto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Acessórios]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><a href="http://www.mako.com.br" target="_blank"><img src="http://www.asaphoto.com.br/images/1.jpg" alt="" /></a></center></p>
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		<title>Auto-atendimento com vendedor</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 18:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Asaphoto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Dicas para Lojistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Novos modismos em lojas de varejo questionam-se sobre ter ou não ter vendedores. No caso da fotografia, são obrigatórios. Os produtos ainda têm componentes técnicos que geram insegurança ao consumidor
Lojas de varejo, inclusive as de fotografia, experimentam hoje algumas tendências no que diz respeito a conceito de loja. São os chamados modelos &#034;open store, auto-serviço, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i>Novos modismos em lojas de varejo questionam-se sobre ter ou não ter vendedores. No caso da fotografia, são obrigatórios. Os produtos ainda têm componentes técnicos que geram insegurança ao consumidor</i></p>
<p>Lojas de varejo, inclusive as de fotografia, experimentam hoje algumas tendências no que diz respeito a conceito de loja. São os chamados modelos &#034;open store, auto-serviço, auto atendimento e self service&#034;. Em todos, baseia-se na idéia do consumidor entrar, pegar o produto, pagar e sair. E todos focam também o mesmo objetivo: aproximar o contato do produto com o consumidor, facilitar e gerar vendas por impulso. Mas há um perigo nisso tudo. É preciso cuidar para não abandonar o consumidor, principalmente no varejo fotográfico, cujos produtos têm um maior grau de especialidade. É raro ver fotógrafo amador que domine o assunto e ele sempre pede explicação. Por isso eu prefiro o conceito do &#034;auto-atendimento assistido&#034;, o sistema que adotamos na rede de lojas licenciadas Fujifilm. Ele quase elimina os balcões de loja, mas não os vendedores. Pelo contrário, tornam-se mais importantes. O que muda é a postura de permanecer estático esperando o &#034;vinde a mim&#034; do consumidor. O antigo balconista converte-se agora num consultor a assessorar o cliente em sua compra.</p>
<p><b>Vender é falar</b> - A reportagem de capa da edição passada da FHOX chamou a atenção sobre o que sustenta de verdade, uma loja de fotografia - o seu mix de produtos. Não basta ter quantidade do mesmo item, o segredo está na variedade com qualidade. A fotografia tem características técnicas que, se bem aproveitadas, viram argumentos de vendas. Amadores adoram fotografar, mas de modo geral se consideram leigos no assunto. Apreciam a orientação dos vendedores em suas escolhas. São poucos os que conhecem os recursos da câmera (não fotografam todo dia), tipos de filmes, de fotos que pretendem fazer e até mesmo o tamanho adequado de um porta-retrato ou de um álbum fotográfico - por mais simples que isso possa parecer. A verdade é que o consumidor prefere receber assistência de alguém que dê dicas para ele melhorar suas fotos. Que bom. Isso gera fidelidade, algo que sempre abordo em meus artigos pela sua importância estratégica para sustentar a clientela da loja. Vender não significa a simples troca de um produto por dinheiro. É muito mais. Vender é conhecer os produtos, o perfil dos clientes e, principalmente, ter habilidade de lidar com eles. Não adianta ter loja bonita, com um mix variado, sem vendedor. Loja bonita não fala, produto também não e vender é falar, sobretudo em loja especializada. Senão vira supermercado, onde não se vende e, sim, as pessoas é que compram.</p>
<p><b>Escrevente de envelope</b> - Ouvi certa vez uma história em que um cliente insistia em saber o preço de um carro. O vendedor disse que, antes, gostaria de bater um papo e sair pra dar uma volta, pois &#034;mesmo não fechando o negócio, pelo menos ganharia um amigo&#034;. Tirando exageros, porque não agir assim também na venda de uma câmera ou produto de maior valor? Abro um parêntese aqui contra o vendedor &#034;grudento&#034;. Vender não é &#034;colar&#034; no cliente sem argumento, só porque o gerente mandou. Que horror abordagens que repetem bordões do tipo: &#034;Posso ajudar?&#034;, &#034;Deseja alguma coisa?&#034;, &#034;Pois não?&#034;. Pior ainda é entregar o produto na mão do cliente e achar que isso é vender. Por isso gosto do &#034;auto-atendimento assistido&#034;. Nele não há lugar para o &#034;tirador&#034; de pedido ou &#034;escrevente de envelope&#034;. E o que seria esse consultor ideal? Ele existe? Existe e, se não existir, é fácil formá-lo. Ele entende de fotografia, demonstra segurança, conhece o que existe na loja e indica o produto certo para a finalidade certa. E mais: não mente e oferece itens adicionais que possam ajudar o cliente, mas sem empurrar.</p>
<p>Créditos: <a href="http://www.fhox.com.br/" target="_blank">Revista Fhox</a><br />
Maria José F. Barros</p>
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		<title>Entra cliente, mas gasta pouco</title>
		<link>http://annemaria.com.br/asaphoto/2008/08/01/entra-cliente-mas-gasta-pouco/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 18:13:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Asaphoto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Dicas para Lojistas]]></category>

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		<description><![CDATA[A venda média baixa por consumidor revela que é preciso repensar no mix de produtos e serviços da loja de fotografia brasileira
Quantas pessoas entram por dia numa loja de fotografias brasileira? E quanto elas gastam? Se você ainda não fez essa conta, ou está nadando em dinheiro ou não tem a menor noção do desempenho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i>A venda média baixa por consumidor revela que é preciso repensar no mix de produtos e serviços da loja de fotografia brasileira</i></p>
<p>Quantas pessoas entram por dia numa loja de fotografias brasileira? E quanto elas gastam? Se você ainda não fez essa conta, ou está nadando em dinheiro ou não tem a menor noção do desempenho do seu negócio. Reclamando que seu movimento anda ruim? Por quê? Não entra cliente ou será que está gastando muito pouco? Em pesquisa realizada pela FHOX com 200 lojistas das cinco regiões do país, durante a primeira quinzena de julho, considerada de movimento médio nas curvas de sazonalidade, uma conclusão interessante: está entrando gente sim, mais até que em outros tipos de varejo. O problema é que gastam muito pouco ou nada. A venda média (que os marqueteiros gostam de chamar de ticket médio) é muito baixa e vem caindo ano a ano. Das 80 pessoas que circulam por dia na loja de fotografia brasileira, cada uma deixa no caixa 17 reais. A partir desses números é possível fazer os seguinte cálculo: o faturamento médio na loja brasileira está em 32 mil reais/mês, baixando dos quase 40 mil de três anos atrás. Outro dado: em números de visita, quase uma vez e meia da população do Brasil circula pelas lojas de fotografia ao longo de um ano. Mas se considerar que um serviço de revelação de fotos pode gerar até três visitas do consumidor à loja, chega-se bem próximo às pesquisas do Performa que indicaram um consumo de 85 milhões de rolos de filmes durante o ano passado. O preocupante, contudo, é a queda das vendas médias por consumidor, sobretudo se considerar que todos os custos - atrelados em dólar e mais a inflação que existiu sim - cresceram. Resumo da ópera: uma foice afiada anda cortando as margens e trouxe dias apertados e até de penúria para os lojistas do ramo. </p>
<p><b>Ter o que vender</b> - Não é preciso ser nenhum gênio para identificar que se entram clientes na loja, mas a venda média é baixa, o problema está no mix de serviços e produtos que oferece. Ou são muito baratos, ou está faltando o que vender. Nos regimes que prevê - em exclusividade a um determinada marca -, o fato se agrava: passa a ser responsabilidade dessa marca prover um mix para que o ponto-de-venda possa sobreviver, tal qual é previsto nos programas sérios de franquias. Vale lembrar que o consumidor não entra na loja para comprar a fachada bonita que tem. A fachada serve só para traí-lo a comprar o que tem dentro. E por este prisma o mercado fotográfico, desde 98, vive um dilema: consumo de filmes não cresce, mas crescem os pontos-de-venda a oferecer serviços que dependem desses filmes fotografados.  O intrigante é ver que o único setor a apresentar crescimento das vendas de produtos fotográficos foi o de supermercados. Uma contradição que remete a refletir sobre os dados desta pesquisa: será que as lojas de fotografia brasileiras não devem rapidamente ampliar seu portfólio de serviços e produtos para levantar a sua venda média por consumidor? A verdade é que o &#034;faturamento padrão&#034; do ponto-de-venda com o minilab no Brasil de hoje deveria superar fácil os 50 mil reais. E o valor é factível e dá pra diversificar dentro do próprio ramo, desde que se fuja de modismos e não se acredite em receitas de negócios duvidosas. </p>
<p><center><b>Quantas pessoas entram por dia numa loja de fotografia</b></p>
<p><img class="image" src="http://www.asaphoto.com.br/images/7038a.jpg" border="0"></center></p>
<p><b>E o que isso representa&#8230;</b><br />
<img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif"> Em média, cerca de 200 milhões de visitas acontecem em todas as lojas de fotografia brasileiras em um ano</p>
<p><img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif"> Comprar filme, deixar para revelar e apanhar as fotos geram três visitas. Isso dá 66 milhões de pessoas entrando nas lojas em um ano</p>
<p><img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif"> O potencial imenso e venda média baixa despertam a cobiça de outros setores para o ramo, uns poucos a ter varejo estabelecido.</p>
<p>Créditos: <a href="http://www.fhox.com.br/" target="_blank">Revista Fhox</a></p>
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		<title>Equipe: sem ela não há gosto da vitória</title>
		<link>http://annemaria.com.br/asaphoto/2008/08/01/equipe-sem-ela-nao-ha-gosto-da-vitoria/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 18:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Asaphoto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Dicas para Lojistas]]></category>

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		<description><![CDATA[As empresas investem na formação e no sentido de equipe. Quanto maior a companhia, mais difícil.
Mas surge a técnica de transformar departamentos em microempresas e parece dar bons resultados.
Vamos torcer para que agosto deste ano seja um mês calmo. E também para que os problemas de energia, câmbio, racionamento de água e outras crises de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i>As empresas investem na formação e no sentido de equipe. Quanto maior a companhia, mais difícil.<br />
Mas surge a técnica de transformar departamentos em microempresas e parece dar bons resultados.</i></p>
<p>Vamos torcer para que agosto deste ano seja um mês calmo. E também para que os problemas de energia, câmbio, racionamento de água e outras crises de ordem política e econômica não venham a se agravar. Ao que tudo indica, não deverá haver incremento no mercado fotográfico neste período. Tradicionalmente, este é um mês forte para casamentos, mas não podemos contar só com isso. Vamos torcer - e trabalhar - para que, a partir de setembro, o nosso mercado comece a tomar impulso maior. </p>
<p>Falando em negócios, vale sempre lembrar que as empresas precisam se preparar para oferecer qualidade em produtos e serviços. Nesse sentido, gostaria de falar do público que geralmente é esquecido quando se pensa em incrementar negócios: o público interno. Quem é esse público interno? Os profissionais que trabalham na empresa. Seja em uma pequena loja ou em uma grande organização, geralmente o alvo principal é sempre o público externo: o cliente consumidor. Tudo bem, ele é o rei que nos compra e paga nossos salários. Mas a equipe interna também deve ser vista como um cliente, pois vai trabalhar para ele, para que fique satisfeito, volte e compre mais.</p>
<p><b>Microempresas Internas</b> - Em termos de administração de pessoal, o que vem sendo feito de mais moderno é a implementação de um sistema no qual cada departamento é considerado uma microempresa. Cada uma com suas metas e objetivos e custo operacional calculado para vender pelo melhor preço um serviço ou produto para o departamento seguinte. Este, por sua vez, poderá então cumprir igualmente sua meta traçada e assim sucessivamente. Em outras palavras, não há mais aquele relacionamento de colegas de trabalho no qual o resultado só é visto no final da produção. Trata-se de um fluxograma, um vendendo para o outro e perseguindo o seu lucro. Uma área finaliza sua parte até uma certa etapa, para que o outro departamento faça, então, a continuidade do processo. Se um setor atrasa ou vende um serviço mal-feito, o seguinte terá de arcar com as conseqüências.</p>
<p><b>Espírito de equipe</b> - Se nesse processo &#034;cliente/fornecedor&#034; houve um perfeito entendimento dos objetivos, nascerá aí um espírito de cooperação e uma filosofia: prestar o melhor serviço para o seu colega do lado e, com isso, criar um verdadeiro sentido de equipe. Até mesmo num esporte coletivo, costumo dizer que a diferença está justamente no espírito de companheirismo. Tomo como exemplo a nossa seleção de futebol. Será que os nossos atletas esqueceram como se joga futebol? Não temos mais talentos? Claro que não. O que falta no grupo é espírito de equipe. Os atletas, pertencem a vários times, são escolhidos muito em cima da hora, principalmente os que vêm de clubes do exterior. Não se pode esquecer que, nesses times, a cultura e técnica são diferentes. E, para complicar, esses jogadores ganham muito dinheiro lá. Não estão preocupados com o Brasil. Em outras palavras, são individualistas e os interesses particulares estão acima do coletivo, da seleção e diria até da pátria. Agora, transfira um ambiente desses para os funcionários de fábricas e escritórios. Se cada um deles pensar só em si mesmo e não em equipe, jamais se alcançam bons resultados. Assim, para atingir a meta de faturamento, é preciso, sim, pensar no público externo: fornecedores, clientes, lojistas, distribuidores. Mas nenhuma empresa pode deixar de lado o público interno: funcionários, colaboradores e prestadores de serviços. Serão a qualidade e combinação desses dois públicos que determinarão a eficiência da empresa.</p>
<p>Créditos: <a href="http://www.fhox.com.br/" target="_blank">Revista Fhox</a><br />
Sadawo Oba</p>
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		<item>
		<title>A composição no retrato</title>
		<link>http://annemaria.com.br/asaphoto/2008/08/01/a-composicao-no-retrato/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 18:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Asaphoto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Composição]]></category>

		<category><![CDATA[Estúdio]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao observarmos uma cena, uma figura ou uma fotografia, nossos olhos centralizam o seu foco na área de maior interesse. Mas não o fazem aleatoriamente, e sim, porque de alguma maneira foram conduzidos. A esta &#034;condução&#034; podemos chamar de composição. Uma disposição dos elementos dentro da cena que atraem momentaneamente nossos olhos para determinada porção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao observarmos uma cena, uma figura ou uma fotografia, nossos olhos centralizam o seu foco na área de maior interesse. Mas não o fazem aleatoriamente, e sim, porque de alguma maneira foram conduzidos. A esta &#034;condução&#034; podemos chamar de composição. Uma disposição dos elementos dentro da cena que atraem momentaneamente nossos olhos para determinada porção do assunto observado. Com isso entende-se que ao organizar os elementos de um certo jeito, cria-se uma força de condução que impressiona mais ou menos o observador. Esta forma de dispor pode ser definida como construir uma composição e na fotografia é um talento a ser lapidado por todos os profissionais. Fará a diferença entre a estética de um e de outro. Nesta série de artigos que ora inicio, mostro formas e regras que orientam como compor uma fotografia. </p>
<p><b>Os &#034;Pontos de Ouro&#034;</b><br />
Também conhecidos como &#034;Lei Áurea&#034;, são os pontos resultantes do cruzamento das linhas dos terços no visor da câmera ou fotografia final. Tanto faz se o formato de negativo é 35 mm, 6&#215;6 cm ou chapas planas, estas linhas imaginárias cortam sua área em três partes iguais, tanto na horizontal como na vertical. É na interseção destas linhas que estão localizados os &#034;Pontos de Ouro&#034;. E porque eles nos interessam? Porque é em cima deles que se constrói a composição. Assim, uma figura cujo desenho se espalha sob a orientação destas linhas tem força e agrda aos nossos olhos. O contrário, imagem desorganizada e sem vínculos aos &#034;Pontos de Ouro&#034; é inexpressiva e não desperta a atenção do observador. Como funcionam essas linhas de composição na prática? No retratro elas são:</p>
<p><img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> Linha de Composição <b>Triangular</b><br />
<img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> Linhas de Composição <b>Diagonal</b><br />
<img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> Linha de Composição <b>Circular</b></p>
<p><b>Entenda a foto abaixo</b><br />
A fotografia utilizada nesta edição nos brinda com uma feliz mescla dos dois exemplos de linhas de composição: a triangular e a diagonal. Uma combinação que produz imagens de alto impacto como se observa. Pode-se ver uma linha principal &#034;dominadora&#034; iniciando no pé da modelo à esquerda, estendendo-se ao topo da cabeça à direita e finalizando nas flores e cadeira logo atrás dela. Esta é uma linha de composição <b>Diagonal</b> que inicia num Ponto de Ouro e finaliza em outro Ponto de Ouro. Sua qualidade é conduzir o olhar pela figura inteira até alcançar o rosto do modelo, sempre a parte mais importante e onde deve se concentrar atenção em qualquer fotografia de retrato.</p>
<p>Caso o leitor seja um observador atento, vai notar que além da linha &#034;dominadora&#034; a composição desta foto insinua alguns pequenos triângulos imaginários dentro de todo o quadro. O contraste entre a luz do fundo e modelo acentua ainda mais estes desenhos. O próprio fundo possui linhas que sugerem um triângulo. Em tempo: criar triângulos imaginários é uma técnica que dá muita força em qualquer composição. É bastante usada por artistas da pintura, ilustração e fotógrafos com senso de design. Completando minha explanação, observem como o peso de toda a fotografia está assentado num terceito Ponto de Ouro, embaixo, à direita da modelo. Assim, se forçar a imaginação e traçar algumas linhas sobre a fotografia, teremos um grande triângulo cobrindo toda a figura. Ele começa na esquerda e termina na cadeira coberta pelo tecido. Bem, aqueles que se fixarem bem na imagem, percebem que há muita geometria nas suas formas, há muitos outros triângulos imaginários que podem ser descobertos e tudo se encaixa para criar uma composição harmoniosa e agradável aos olhos. Conclui-se então que a bela estética num retrato nem de longe é obra do acaso. É planejada e tem técnica. </p>
<p><center><img class="imgs" src="http://www.asaphoto.com.br/images/6884.jpg" border="0"></center></p>
<p>Créditos: <a href="http://www.fhox.com.br/" target="_blank">Revista Fhox</a><br />
Paulo Reichert</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A influência dos CCDs na câmera digital</title>
		<link>http://annemaria.com.br/asaphoto/2008/08/01/a-influencia-dos-ccds-na-camera-digital/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 17:54:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Asaphoto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Câmeras]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns fatores devem ser levados em conta ao se adquirir equipamentos digitais, principalmente no que se refere à resolução e modo de captura das imagens. Sim, isto faz diferença em determinadas aplicações, dando maior ou menor agilidade de operação.

Tecnologias
A câmera digital herdou a tecnologia do scanner plano usando um &#034;CCD Array&#034; para capturar as imagens. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns fatores devem ser levados em conta ao se adquirir equipamentos digitais, principalmente no que se refere à resolução e modo de captura das imagens. Sim, isto faz diferença em determinadas aplicações, dando maior ou menor agilidade de operação.</p>
<p><center><img class="imgs" src="http://www.asaphoto.com.br/images/6880a.jpg" border="0"></center></p>
<p><b>Tecnologias</b><br />
A câmera digital herdou a tecnologia do scanner plano usando um &#034;CCD Array&#034; para capturar as imagens. No princípio, ela se utilizava de um CCD tri-linear, onde em uma única passada capturava os sinais RGB (fig. 1). Entenda-se RGB como as cores R (vermelho), G (verde) e B (azul). Porém, o tempo de exposição é lento, dificultando o registro de imagens em movimento. A câmera com CCD trilinear é ideal para imagens de objetos parados em estúdio (still). </p>
<p>A tecnologia indicada para cenas de movimentos e usada pelos jornais é a câmera de simples exposição e CCD em área (fig. 2). Nesta, a exposição é rápida pois tem as cores RGB interpoladas na área do CCD. </p>
<p>É importante destacar que os CCDs estão distribuídos em uma área retangular. Se esta área possui por exemplo, 3.000 elementos (pixels), cada cor teria 1.000 possibilidades de captura. A divisão é explicada pela imagem ser composta de três cores. É possível aumentar essa resolução usando os mesmos 3.000 pixels. Foi quando surgiram as câmeras com filtros RGB rotativos que requerem três exposições (fig. 3). Como os pixels são neutros, os filtros na forma de carrossel fazem a seleção de cada cor. Assim, os 3.000 pixels disponíveis trriplicam a sua capacidade, podendo registrar um total de 9.000 elementos. Mas o sistema também não é recomendado para imagens em movimento, por ser lento. </p>
<p><b>Resolução</b><br />
Quando o termo &#034;resolução&#034; é analisado, seja de um scanner ou de uma digital, refere-se à quantidade de pixels que podem ser capturados nas dimensões horizontais e verticais das imagens, cujo resultado se refletirá na sua nitidez. Esta resolução será determinada pela própria imagem através da área ocupada pelo CCd do equipamento (resolução óptica) ou ser modificada por um software (resolução interpolada). </p>
<p><center><img class="imgs" src="http://www.asaphoto.com.br/images/6880b.jpg" border="0"><img class="imgs" src="http://www.asaphoto.com.br/images/6880c.jpg" border="0"></center></p>
<p><i>Resolução Óptica</i>: Uma câmera digital com tecnologia de CCD trilinear contém somente três linhas de pixels, uma para cada cor RGB. Durante a captura, esta área trilinear movimenta-se vagarosamente pelo plano a ser fotografado, determinando o número e a posição de cada pixel conforme a imagem. Neste caso, a resolução é chamada de óptica pois os pixels referem-se aos próprios sinais RGB da imagem. Neste caso, a resolução é chamada de óptica pois os pixels referem-se aos próprios sinais RGB da imagem.  o exemplo da figura 4 mostra quatro informações de cores capturadas em 300 pixels por polegada (resolução óptica). Note como a passagem é brusca entre uma informação e outra. </p>
<p><i>Resolução interpolada</i>: Na tecnologia de simples exposição onde o CCD distribui os pixels em uma área retangular intercalando-os um em um (&#034;Red Green Red&#034;, &#034;Green&#034; Blue Green&#034;, &#034;Blue Red Blue&#034; e assim por diante), há a interpolação das imagens. Isso porque a cada sinal de vermelho recebido, por exemplo, existe um intervalo entre um pixel e outro. Nesse intervalo, ocorre a interpolação, feita pela própria característica do CCD. Uma outra interpolação pode ser realizada através de software  como o Adobe Photoshop, alterando a resolução da imagem já capturada (cuidado, pois isso afetará a qualidade da imagem). O exemplo da figura 5 mostra as quatro informações descritas acima, porém, convertendo os pixels de 72 DPI para 300 DPI. Note que existe um <i>dégradé</i> entre os pixels,  característica de resolução interpolada.</p>
<p><b>CCD x Arquivo x Resolução</b><br />
Cuidado para não confundir resolução de captura(DPI) com a de impressão (LPI). Aqui, o tamanho do arquivo vai determinar o nível de qualidade da imagem a ser impressa conforme a lineatura especificada. Para calculá-la, a partir do registro de uma câmera digital, basta multiplicar as dimensões verticais pelas horizontais do CCD Linear ou &#034;Area Array&#034; e pela quantidade de canais (no caso 3, pelo RGB). Exemplo: a máquina Kodak DCS 460 com resolução de 3.060 X 2.036 pixels produz um arquivo de mais ou menos 6 MB para cada canal, sendo 18 MB, se considerar os canais RGB. Com esse tamanho de arquivo (18 MB), as dimensões de uma imagem podem chegar a 12,7 cm X 17,78 cm, para uma saída impressa de até 200 LPI. </p>
<p>Créditos: <a href="http://www.fhox.com.br/" target="_blank">Revista Fhox</a><br />
Luis Felipe Pereira Borges da Cunha</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>&#034;Casca grossa virtual&#034;, não seja um</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 17:50:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Asaphoto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Dicas para Lojistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Condutas de boa educação, uma certa &#034;finesse&#034; na comunicação pela Internet ganham cada vez mais importância e mostram o nível do internauta
 A Internet chegou a milhões de usuários no Brasil. O provedor pago UOL (Universo Online), líder no País, tem milhões de contas de emails e em apenas um dia circulam milhões de mensagens. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i>Condutas de boa educação, uma certa &#034;finesse&#034; na comunicação pela Internet ganham cada vez mais importância e mostram o nível do internauta</i></p>
<p><img class="imgs" src="http://www.asaphoto.com.br/images/6876.jpg" align="right" border="0"> A Internet chegou a milhões de usuários no Brasil. O provedor pago UOL (Universo Online), líder no País, tem milhões de contas de emails e em apenas um dia circulam milhões de mensagens. Esses dados provam que o número de emails cresce cada dia mais e a previsão é de que cresça ainda mais.</p>
<p>O correio eletrônico, com a qualidade de ser uma comunicação rápida, veio para ajudar. Um exemplo disso é a transmissão de fotos, já bastante usada por profissionais do ramo. Assim, ao se valerem desta ferramenta, as pessoas não querem perder tempo e, principalmente, se aborrecer. Mas isso ocorre. Especialmente vindo de usuários, geralmente novatos, que ignoram ou desconhecem certas regras de comportamento. Sim, existem a falta de educação, grosseria e &#034;cascas grossas&#034; virtuais. Daí<br />
a importância de seguir um código de conduta, uma certa etiqueta nessa comunicação, pois ela  reflete a educação do emissário ou emissor do email.</p>
<p>Para Célia Leão, consultora em etiqueta, o e-mail deve ser usado quando uma mensagem precisa ser enviada com rapidez. &#034;Assim como o telegrama, o e-mail é perfeito quando em caráter de urgência. Um dia desses eu precisei usá-lo para mandar uma foto a uma repórter, pois tinha ido viajar. Para esse tipo de coisa eu acho ótimo, facilita.&#034; Ela conta sobre a sua experiência como usuária: &#034;Não respondo a emails mal educados e se alguma pessoa ficar me enviando piadinhas, eu bloqueio seu endereço&#034;. Para ela o tempo é valioso e usar esse espaço para mandar piadas é falta de educação. A respeito de convites feitos por e-mails, ela diz: &#034;Eu usaria para convidar amigos muito íntimos a virem a um jantar na minha casa. Qualquer outro convite me parece de mau gosto&#034;. Em sua opinião, educação e cultura o usuário tem, o que lhe falta é sensibilidade. &#034;Parece que em frente ao computador as pessoas ficam mais corajosas e começam a escrever um monte de besteiras.&#034; Célia tem um site na Internet dando dicas sobre o assunto. O endereço é <a href="http://www.etiquetacelialeao.com.br" target="_blank">http://www.etiquetacelialeao.com.br</a>.</p>
<p><b>Nova Era do Marketing Direto</b> - De acordo com o papa em marketing digital, o americano Seth Godin, e e-mail é um grande mecanismo de marketing. &#034;Ele é o melhor instrumento de marketing direto que já existiu.&#034; É verdade. Mas ainda levará um tempo para cada cidadão desse planeta se converter em internauta e assim substituir a cobertura do correio. Mesmo assim, o processo é irreversível.</p>
<p>Um levantamento da empresa de pesquisas Jupiter Communications diz que as campanhas de mala direta eletrônica movimentam milhões de dólares todos os anos. É uma perspectiva muito animadora e a razão desse sucesso é compreensível. A Forrester Research, outra companhia de pesquisas, calculam que mensagens de correio eletrônico, para conquistar novos clientes têm taxas de retorno entre 2% e 10%. As que miram em clientes já conhecidos e utilizam algum tipo de personalização, a resposta sobe para 30% (uma ação pelo correio com mais de 2% de retorno é considerada um sucesso). Isso sem falar na redução no custo das campanhas, em média 60% mais baratas que as malas diretas comuns. No entanto, as empresas que utilizam o &#034;mala-mail&#034; podem se frustrar se optarem pelo spam (mensagem comercial não autorizada pelo usuário). Produz rejeição e irrita quem recebe. </p>
<p>De acordo com a Legislação Brasileira sobre o assunto, para um e-mail não ser considerado spam exige-se que inclua algum dispositivo de remoção. Portanto, nesse negócio, a palavra mágica é permissão do consumidor para receber o e-mail.</p>
<p><b>Anti-spam</b> - O internauta pode se defender dos e-mails indesejados. Na Internet encontra-se o site do Movimento Brasileiro Anti-spam (<a href="http://www.antispam.org.br" target="_blank">clique aqui</a>). Na visita, o usuário fica sabendo onde e como denunciar spams e aprende algumas técnicas de bloqueio. Se preferir pode fazer downloads de programas Emc (Email Control) no site <a href="http://www.abreuretto.com/anti-spam" target="_blank">Abreu Retto</a>. O Emc é um software anti-spam e antivírus que filtra mensagens e pode excluí-las diretamente no  provedor. O download da versão freeware é completa, tem todos os recursos configurados, e é gratuita. Claro que os e-mails agilizam a comunicação escrita, mas não podem ser vistos como substitutos do olhar, da voz, da expressão facial, do contato humano. Se for assim, viver será cruel demais. </p>
<p><b>Os 10 mandamentos</b><br />
<img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> <b>Gramática</b>:<br />
O português precisa estar impecável. No correio eletrônico as pessoas são julgadas pelo que escrevem.</p>
<p><img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> <b>Objetividade</b>:<br />
Escreva pouco e, se puder, menos ainda. Como regra, para cada cinco palavras na mensagem que recebeu, escreva uma na resposta. Objetividade e precisão são essenciais nesse meio de comunicação.</p>
<p><img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> <b>Atualizar</b>:<br />
As mensagens devem se iniciar com um resumo dos fatos antecedentes ao assunto para colocar a pessoa rapidamente no seu contexto. Em seguida descreva o tema, ou o problema, objetivamente.</p>
<p><img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> <b>Formalidade</b>:<br />
O correio eletrônico é um meio informal, mas em mensagens de negócios sempre é necessário um certo grau de formalidade. Pelo menos no primeiro contato. Na dúvida, prefira pecar pelo excesso e redigir numa linguagem mais cuidadosa, sobretudo ao dirigir-se a pessoas desconhecidas. Se a resposta vier em tom informal, continue informalmente. </p>
<p><img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> <b>Anexos</b>:<br />
Um recurso pra ser usado com muita moderação são os anexos ao e-mail, também conhecidos como<br />
&#034;attachments&#034;. São arquivos contendo fotos ou documentos que podem ser enviados com a mensagem principal. Antes de remetê-los, é bom saber se o destinatário dispõe dos programas e do conhecimento necessários para abri-los. Na dúvida, não mande.</p>
<p><img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> <b>Briga</b>:<br />
Nunca escreva um email quando estiver com raiva. Uma agressão por escrito é muito mais forte e duradoura que uma agressão verbal. Na percepção dos e-mails, letras em caixa alta pode soar como gritos. </p>
<p><img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> <b>Impressão</b>:<br />
Há gente que imprime todas as mensagens porque não consegue ler na tela. Isso deve ser evitado ao máximo. Só imprima aquilo de que você precisa para ter prova escrita. O resto, apague ou organize no computador. </p>
<p><img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> <b>Privacidade</b>:<br />
Não existe nenhuma privacidade no e-mail. Enquanto técnicas de segurança não estiverem difundidas, será sempre possível alguém ler o que foi escrito. Portanto, só escreva em mensagens de correio eletrônico aquilo que poderia ver publicado em jornais, sem criar nenhum problema na sua vida ou negócios.</p>
<p><img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> <b>Lista</b>:<br />
Um recurso que deve ser usado, quando e e-mail for destinado a mais de uma pessoa, é o bcc (blind carbon copy). Serve para ocultar o endereço dos demais destinatários (irrita ou monta de graça lista de nomes).</p>
<p><img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> <b>Responder</b>:<br />
Nunca deixe de responder a um e-mail. É falta de educação.</p>
<p>Créditos: <a href="http://www.fhox.com.br/" target="_blank">Revista Fhox</a><br />
Célia Leão</p>
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		<item>
		<title>Material de ponto-de-venda ou decoração?</title>
		<link>http://annemaria.com.br/asaphoto/2008/08/01/material-de-ponto-de-venda-ou-decoracao/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 17:43:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Asaphoto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Dicas para Lojistas]]></category>

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		<description><![CDATA[No nosso ramo, eles são fartos, bonitos, alguns muito originais e que até dão pena de jogar fora. Acreditem e comparem. Bem-usados, os materiais de ponto-de-venda ajudam a vender mais
Ao entrar em grande parte das lojas, o consumidor se depara com faixas, cartazes, banners e bandeirolas a colorir o ambiente. Não se trata de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i>No nosso ramo, eles são fartos, bonitos, alguns muito originais e que até dão pena de jogar fora. Acreditem e comparem. Bem-usados, os materiais de ponto-de-venda ajudam a vender mais</i></p>
<p>Ao entrar em grande parte das lojas, o consumidor se depara com faixas, cartazes, banners e bandeirolas a colorir o ambiente. Não se trata de um padrão de decoração comercial, embora bem arrumados e dosados também façam isso. São os chamados materiais de ponto-de-venda e têm sua razão de ser: promover produtos, divulgar ofertas, criar um clima estimulante à vendas. Sim, nada mais baixo astral do que loja sem empolgação, sem agito, fria. Parece que não gosta de vender. Parece que o cliente é suplício. Que vai fechar. No nosso ramo é prática comum as lojas vinculadas a marcas de fabricantes serem muito bem abastecidas desses materiais. Mas também percebo que freqüentemente são subutilizados. Acho então importante indicar pontos para tirar melhor proveito dos materiais de ponto-de-venda. </p>
<p><b>Renovação dos cartazes</b><br />
Cartazes de produtos ou lançamentos sempre anunciam vantagens ou novidades. Devem, portanto, estar afixados em local de fácil visualização por quem circula na loja. Geralmente são de ótima qualidade e podem durar até seis meses. Importante: cartazes envelhecidos depõem contra o produto e dão à loja uma aparência de relaxo. Outra dica:cartaz não visto pelo consumidor perde a serventia. Afixe-o imediatamente. Mais uma dica, para o lojista fanático por futebol: cartaz divulgando oferta válida para a Copa do Mundo de 2006 transmite a idéia de que a loja parou também em 2006.</p>
<p><b>Adesivos de Vitrine</b><br />
Os adesivos de divulgação são muito úteis nas vitrines externas. Informa ao consumidor que ainda não entrou na loja sobre promoções, novos produtos e opções de serviços oferecidos. Isto pode motivá-lo a entrar e conferir. Mas cuidado com a poluição visual, pois pode produzir reação inversa.</p>
<p><b>Ampliações fotográficas</b><br />
São bem mais eficientes do que se imagina. Serevem como referência para os consumidores e, se bonitas (incluindo a imagem estampada), despertam o interesse em também fazer uma ampliação. Use e abuse delas, mas em lugares visíveis e não em corredores de passagem da loja para o escritório, como já vi acontecer. </p>
<p><b>Balcão</b><br />
Espaço ideal para folhetos, folders informativos, até mesmo no padrão &#034;take one&#034;. O cliente fica à vontade para pegar, descobrir, escolher, perguntar e distrair-se, caso o movimento esteja acima do normal. </p>
<p><b>Faixas adesivas de sinalização</b><br />
Geralmente têm um propósito de sinalização contendo mensagens institucionais. Colocadas em aquários de &#034;minilabs&#034;, por exemplo, cumprem também a finalidade de mostrar que ali existe um vidro. E falando em laboratório, este é um espaço onde é imprescindível o uso de luvas, avental e uniforme.</p>
<p><b>Bandeirolas</b><br />
Apropriadas para o pico mais quente de uma promoção ou lançamento de um produto. Forrar toda a loja com bandeirolas significa que está engajada na idéia, acredita nela, quer mostrar ao consumidor o quanto pode ganhar com ela. Tem um tempo certo. Quando a mensagem esfriar (ou se não pegar), elas devem ser removidas imediatamente. </p>
<p>Pela minha experiência prática, loja que utiliza bem o material de ponto-de-venda obtém melhores resultados de uma promoção ou de um lançamento, se comparada àquela que prefere dispensá-lo. E oramo fotográfico é pródigo em produzir peças muito criativas, úteis e que, às vezes, dão pena jogá-las fora. A própria Fujifilm já ganhou vários prêmios internacionais pela originalidade de alguns de seus materiais de ponto-de-venda. Eles decoram a loja, sim. Mas o princiapl é despertarem o apetite do consumidor para comprarem o que mostram. </p>
<p>Créditos: <a href="http://www.fhox.com.br/" target="_blank">Revista Fhox</a><br />
Maria José F. Barros</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Seis Sigma: análise e interpretação de dados</title>
		<link>http://annemaria.com.br/asaphoto/2008/08/01/seis-sigma-analise-e-interpretacao-de-dados/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 17:36:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Asaphoto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Dicas para Lojistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Para que servem os dados? Para fazer diagnóstico de um processo ou situação e corrigir rumos. Representado por gráficos e tabelas, vira uma fotografia a nos dizer onde estamos e onde queremos chegar
Interpretar dados com a simples comparação entre dois números pode ser algo limitado. Ter só dois números significa ter dados fracos, até porque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i>Para que servem os dados? Para fazer diagnóstico de um processo ou situação e corrigir rumos. Representado por gráficos e tabelas, vira uma fotografia a nos dizer onde estamos e onde queremos chegar</i></p>
<p>Interpretar dados com a simples comparação entre dois números pode ser algo limitado. Ter só dois números significa ter dados fracos, até porque ambos estão sujeitos à variação aleatória, sempre presente no mundo real. É o que diz o conceito Seis sigmas de qualidade. Segundo ele, os números devem ser analisados em quantidades e organização de forma a permitir comparações precisas. Desta maneira transformam-se em medidas úteis para ações de melhoria dos processos. E como apresentar números? As formas mais usadas são: </p>
<p><img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> Distribuição na seqüência do tempo<br />
<img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> Histograma</p>
<p>A primeira consiste em distribuir dados em tabelas organizadas por seqüência de horas, dias, meses. Veja no exemplo abaixo, usado para visulizar perdas de papel fotográfico: </p>
<p><center><img class="imgs" src="http://www.asaphoto.com.br/images/6794a.jpg" border="0"></center></p>
<p>Se os mesmos dados forem dispostos em gráfico, é mais fácil identificar tendências. </p>
<p><center><img class="imgs" src="http://www.asaphoto.com.br/images/6794b.jpg" border="0"></center></p>
<p>Apesar da quantidade de dados ser pequena, percebe-se que a partir de abril algo diferente aconteceu no minilab, pois as perdas apresentam tendência a crescer. </p>
<p><b>Entenda o Histograma</b> - Mostra a acumulação de valores diferentes à medida que eles ocorrem, sem se preocupar com a seqüência do tempo. Por exemplo, suponhamos que um minilab que capta 100 rolos/dia e queira avaliar o número de fotos vendáveis por rorlos processados em um determinado dia. Assim, um rolo de 24 poses que gera 20 cópias vendáveis teria 83% de aproveitamento; um rolo de 36 poses produzindo 28 cópias, 78% de aproveitamento; e assim sucessivamente. Representados numa tabela, os números ficariam como se vê abaixo: </p>
<p><center><img class="imgs" src="http://www.asaphoto.com.br/images/6794c.jpg" border="0"></center></p>
<p>A representação gráfica torna muito mais fácil interpretar os dados. Nota-se, de imediato, que a grande maioria dos rolos de filmes tem aproveitamento de 70% das fotos. Claro que quanto maior o aproveitamento, melhor para o faturamento do minilab e uma análise desse tipo pode resultar num programa para ajudar os clientes a fotografar melhor. </p>
<p>Muitas vezes é preciso resumir um conjunto de dados, e para isto usam-se dois conceitos: </p>
<p><img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> Média<br />
<img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> Dispersão</p>
<p>A média é simplesmente a soma de todos os valores dividida pela quantidade dos mesmos. No exemplo da perda de papel (veja a tabela de janeiro a junho), a média do semestre é: 15,4 dividido por 6, ou  seja 2,6%. </p>
<p>A dispersão (&#034;range&#034;, em inglês) é simplesmente a diferença entre o maior e o menor valor de um conjunto de números. Assim, no mesmo exemplo da perda de papel, a dispersão é: (3,00 - 2,00) = 1,00%. </p>
<p>Coletar dados e representá-los de forma didática por meio de tabelas e gráficos faz um diagnóstico absolutamente preciso de qualquer processo. É uma maneira fácil de todos entendê-lo e corrigi-lo, desde que não contenha números distorcidos ou inexatos. Por isso vale a regra: <i>nenhum dado tem significado se não for analisado dentro do seu contexto</i>.</p>
<p>Créditos: <a href="http://www.fhox.com.br/" target="_blank">Revista Fhox</a><br />
Júlio César F. Santos</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Retrato na Contra Luz III</title>
		<link>http://annemaria.com.br/asaphoto/2008/08/01/retrato-na-contra-luz-iii/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 17:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Asaphoto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Estúdio]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos artigos Retrato na Contraluz I e II abordei técnicas para fotografar em contraluz, nas quais as fontes principais de luz se encontrava atrás e um pouco acima do assunto. Neste artigo mostro duas belas fotos feitas com o mesmo princípio de iluminação(luz principal vinda também de trás), mas em ângulo lateral. Estes dois retratos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos artigos Retrato na Contraluz I e II abordei técnicas para fotografar em contraluz, nas quais as fontes principais de luz se encontrava atrás e um pouco acima do assunto. Neste artigo mostro duas belas fotos feitas com o mesmo princípio de iluminação(luz principal vinda também de trás), mas em ângulo lateral. Estes dois retratos foram produzidos durante um seminário que ministrei na cidade de Lages (SC), com o privilégio de ter a nodelo Suelen posando durante o programa. A idéia foi destacar os dois atributos fortes na fisionomia de Suelen: o seu belo perfil de rosto e os cabelos ruivos cacheados. </p>
<p><b>Foto nº 1</b>:<br />
<img class="image" src="http://www.asaphoto.com.br/images/6792a.jpg" border="0" align="right"> Nesta foto pedi a Suelen para vestir um top escuro, sentar a 45 graus em relação à câmera e apoiar o cotovelo direito sobre o joelho, levando a mão embaixo do queixo para dar a impressão de apoio. Para obter o perfil completo de seu rosto, Suelen girou a cabeça olhando para a parede lateral. Aproximei a câmera para enquadrar somente o busto, cortando no top preto. Para valorizar o cabelo, iluminei o fundo com uma cor que contrastasse. Usei um tom semelhante à cor dos seus olhos. Consegui uma fotografia que enaltece as linhas do perfil de rosto, a cor e o cacheado dos cabelos.</p>
<p><b>A iluminação baseou-se em três fontes de luz</b>:<br />
<img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> Flash principal colocado a 45 graus de trás pra frente e à esquerda da câmera, um pouco acima da linha do rosto. Foi usado um Soft Box 60&#215;80 cm sobre o flash e potência regulada para f. 8 (diafragma da câmera f. 8/velocidade 1.60); </p>
<p><img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> A luz d ecabelo posicionada ao lado oposto da principal, acima e atrás do assunto. Foi instalado um <i>Snoot</i> (cone) sobre a mesma e sua potência regulada para f. 8; e </p>
<p><img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> O terceiro flash teve a função de iluminar o fundo. Sobre ele, um refletor e um acetato verde azulado com a potência regulada para f. 5,6 &frac12;. Para material de fundo, um tecido de lurex prateado para produzir os pequenos pontos brilhantes que deram um toque especial às fotos. (Clique na imagem para vê-la em tamanho maior) </p>
<p><center><img class="image" src="http://www.asaphoto.com.br/images/6792b.jpg" border="0"></center></p>
<p><b>Foto nº 2</b>:<br />
<img class="image" src="http://www.asaphoto.com.br/images/6792c.jpg" border="0" align="right"> Aqui tentei trazer os tons para as cores quentes. A blusa e o fundo combinam com o cabelo e a cor da pele da modelo. Quis realçar, mais ainda, o cabelo e o rosto. Optei pela iluminação suave, mais a ver com o estilo meigo da modelo. Uma tela difusora ao lado do assunto e o flash mais ou menos a 45 graus entre Suelen e o fundo produziram uma iluminação a meio-perfil. O ângulo alto da câmera e o corpo voltado para o lado da sombra enfatizaram os cabelos e deram menos destaque para o busto e a blusa vermelha. Notem como foi valorizada a beleza da modelo, com especial destaque para os olhos. </p>
<p><b>A iluminação baseou-se em três fontes de luz</b>:<br />
<img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> Uma tela difusora branca, de 100&#215;130 cm, iluminada por um flash com refletor, foi a luz principal. O flash ficou a 1,50 m de Suelen (veja ilustração), e a tela difusora, uns 60 cm. Potência do flash: diafragma (velocidade 1/60). O resultado: iluminação semelhante à &#034;luz de janela&#034;, suave e glamourosa; e</p>
<p><img src="http://www.asaphoto.com.br/images/setinha.gif" /> Iluminar o cabelo, a função da segunda fonte de luz. Para isso, um flash com refletor concentrador direcionando a luz somente no cabelo. Potência: f. 5,6 &frac12;. Dispensou-se enchimento para as sombras (por isso não há detalhes no lado direito da modelo) e iluminação de fundo. O fundo suave e secundário, que aparece na foto, vem da própria iluminação principal.</p>
<p><center><img class="image" src="http://www.asaphoto.com.br/images/6792d.jpg" border="0"></center></p>
<p>Créditos: <a href="http://www.fhox.com.br/" target="_blank">Revista Fhox</a><br />
Paulo Reichert</p>
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